LEGADO PRA QUEM?

Por Jessica Mota, Luiza Bodenmüller e Natalia Viana
Agência Pública

Não faz muito tempo que a palavra de ordem “Não vai ter Copa” surgiu nas manifestações que denunciam os impactos sobre a população e questionam o legado da Copa do Mundo de 2014. Com outras faixas, como “Copa pra Quem?”, há três anos as organizações populares das 12 cidades-sede vêm denunciando as remoções de comunidades, questionando a construção de obras contrárias ao interesse público e reivindicando o direito da população de trabalhar em áreas sujeitas às exigências da Fifa. Protestos, abaixo-assinados e ações judiciais foram instrumentos capazes de trazer a vitória da população organizada em alguns desses casos – e essas conquistas talvez sejam o principal legado que a Copa deixará para o Brasil.

A Pública, Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo, recuperou cinco dessas histórias. Confira:

Natal

Natal: um projeto alternativo de tráfego poupa a comunidade do despejo

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Salvador: baianas usam internet no “lobby” contra a Fifa.

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Belo Horizonte: a persistência dos feirantes do Mineirinho

fortaleza

Fortaleza: 22 comunidades ainda em luta

Rio

Rio de Janeiro: o Maraca é nosso, o Maraca é deles

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