Escola Civitas forma 4° turma na Paraíba

Alunos da 4ª turma da Escola Civitas na Paraíba

Alunos da 4ª turma da Escola Civitas na Paraíba

Formar cidadãos comprometidos com a consciência cidadã e fraterna são os principais objetivos do “Curso de Extensão: Política, fraternidade e cidadania”, da Escola Civitas na Paraíba, em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Em menos de quatro anos de existência, o projeto já formou 200 jovens, 50 deles no último sábado (16). A maioria já participa de atividades nas comunidades e em projetos voluntários, atuando em movimentos sociais e culturais.

Durante todo o curso, grandes nomes da Ciência Política e dos Direitos Humanos compartilharam seus conhecimentos e experiências sobre a conjuntura social, econômica e política do Brasil. Foram quatro meses de aulas com temas de relevância nacional e internacional, realizadas todos os sábados na UFPB.

A iniciativa da Escola Civitas chamou atenção de todos que por ela passaram. Como é o caso do especialista em Direito Eleitoral, Alexandre Basílio Coura, que ministrou uma aula sobre o sistema eleitoral brasileiro. De acordo com ele, a Escola Civitas representa uma iniciativa pioneira no Brasil. Para o especialista, “esse trabalho é essencial para a formação política de todo cidadão. Em especial para os jovens”, explicou.

Segundo os alunos que concluíram o curso, a formação da Civitas é um meio de suscitar multiplicadores comprometidos com a cidadania. “Depois de participar das aulas e conhecer de perto várias experiências é natural que a gente consiga ver com outros olhos a realidade que vivemos e a realidade que queremos”, disse Emmanuela Nunes, uma das formandas.

Exemplo

Como monitor do curso e ex-aluno da Civitas, o jovem estudante de Direito Louis De Jongh expressa seu sentimento de felicidade ao fazer parte desse momento: “Fico feliz ao ouvir os depoimentos das pessoas sobre o que essa formação mudou em suas vidas e na forma de verem o mundo”.

Para Jongh, “ao longo do curso, pudemos perceber que a fraternidade é sim um valor possível de ser implementado. E não apenas possível como também exequível, nas mais diversas searas da vida e do conhecimento, inclusive na política. Isto porque, antes de tudo, ela é um despertar do próprio ser humano, o qual por sua vez reverbera em sua forma de agir com os outros. Afinal, como apontou o professor Baggio, a fraternidade surge a partir da inquietação que a dor do outro nos causa, a ponto de nós mesmos a sentirmos. É enxergar o outro como um ‘outro eu’. Logo, esse agir fraterno é também desejável se almejamos alcançar um patamar de sociedade mais justo, igualitário e tolerante. Apenas deixo meu profundo sentimento de gratidão aos demais monitores, aos professores e à turma por partilharmos esses bons momentos de convivência e de aprendizado. Meu desejo é de que sejamos todos multiplicadores desse conhecimento e dessa forma de viver”.

*Com informações de Emmanuela Nunes

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